🗳️ EIXO 3: DINÂMICA POLÍTICA, PROCESSO ELEITORAL E TOMADA DE DECISÃO

 





🗳️ EIXO 3: DINÂMICA POLÍTICA, PROCESSO ELEITORAL E TOMADA DE DECISÃO

EVOLUÇÃO DO PROCESSO ELEITORAL

Democracia Direta Ateniense: A Democracia Direta Ateniense, consagrada como o berço das instituições participativas na Antiguidade Clássica, estruturou um modelo político inovador onde os cidadãos deliberavam diretamente sobre as leis e os rumos da pólis na Ágora. Contudo, esse conceito original de soberania popular era profundamente excludente e restritivo se comparado aos padrões democráticos contemporâneos. O direito ativo de participação política e voto nas assembleias legislativas não era estendido a toda a população, sendo rigidamente limitado a um grupo minoritário e privilegiado da sociedade grega, o qual detinha com exclusividade o estatuto formal de cidadania da época.

Para exercer o direito ao voto na assembleia soberana (Eclésia), o indivíduo precisava preencher cumulativamente critérios severos: ser homem livre, maior de 21 anos — após o cumprimento do serviço militar obrigatório, os efebos — e possuir filiação legítima de pai e mãe atenienses, conforme as reformas estruturais de Péricles. Essa engrenagem jurídica eliminava automaticamente a esmagadora maioria dos habitantes da cidade do processo decisório. Mulheres, escravizados e METECOS (estrangeiros residentes que sustentavam o comércio local) eram completamente desprovidos de direitos políticos, tornando a celebrada democracia direta grega um regime essencialmente elitista e patriarcal.

Modelo Representativo Moderno: Sistema complexo de tomada de decisão indireta, que contrapõe radicalmente o formato restrito grego antigo em direção à expansão pluralística dos direitos políticos atuais.

O CENÁRIO POLÍTICO AMERICANO E AS ELEIÇÕES DE 2008

As eleições presidenciais americanas de 2008 ocorreram em um cenário de profunda saturação política e desgaste institucional, marcado pelo encerramento do segundo mandato de George W. Bush (filho). O país enfrentava o ápice de uma severa crise econômica global originada no colapso do mercado imobiliário de Wall Street, além de um forte descontentamento popular com a condução das prolongadas intervenções militares no Oriente Médio. Esse panorama de instabilidade macroeconômica e social gerou um desejo generalizado de mudança estrutural no eleitorado norte-americano, transformando a sucessão presidencial de Bush em um dos pleitos mais disputados, polarizados e historicamente decisivos da história política contemporânea dos Estados Unidos.

Dentro desse ambiente de transição governamental, as primárias do Partido Democrata converteram-se em uma batalha épica e prolongada, que testou os limites organizacionais e estratégicos da legenda. Inicialmente, a ex-primeira-dama e então senadora Hillary Clinton despontava como a favorita absoluta e incontestável do establishment partidário, respaldada por uma sólida rede de financiamento, forte apelo popular e o apoio de veteranos da política tradicional. Contudo, a entrada do jovem senador Barack Obama alterou radicalmente a dinâmica da disputa interna, capturando o desejo de renovação da base militante e desafiando o favoritismo da liderança tradicional do partido através de um discurso focado na esperança.

O sistema de primárias americanas revelou toda a sua complexidade técnica através de uma engrenagem matemática baseada na conquista proporcional de delegados e superdelegados em cada estado. Diferente de um sistema eleitoral direto e simplificado, as urnas partidárias exigiam uma estratégia de capilaridade logística extrema. A campanha de Obama demonstrou uma superioridade organizacional cirúrgica ao focar nos estados menores e nas assembleias de eleitores (caucuses), acumulando delegados de forma gradual e constante. Essa eficiência tática neutralizou as vitórias de Hillary Clinton nos grandes colégios eleitorais, evidenciando que o domínio das regras matemáticas internas era tão vital quanto o carisma popular.

A consagração de Barack Obama nas urnas das primárias democratas representou uma quebra de paradigma histórica na dinâmica política daquele país. Ao superar a consolidada estrutura da família Clinton, o candidato afro-americano não apenas garantiu a indicação oficial da legenda, mas também catalisou um movimento de massas impulsionado pelo uso inovador das redes sociais e pelo engajamento massivo de jovens eleitores. A vitória nas primárias consolidou sua imagem como o símbolo máximo da mudança exigida pelo eleitorado da época, desarmando os críticos tradicionais e unificando o partido de forma estratégica para o enfrentamento geral contra os republicanos.

Após conquistar formalmente a nomeação democrata ao fim de uma disputa interna exaustiva, Obama pavimentou seu caminho rumo à Casa Branca, vencendo o candidato republicano John McCain na eleição geral de novembro de 2008. Sua ascensão vitoriosa à presidência encerrou oficialmente a era de George W. Bush, inaugurando um novo capítulo na governança da maior potência global em meio aos escombros da crise financeira. Esse processo eleitoral complexo demonstrou a resiliência do modelo representativo moderno, que, distanciando-se das formas antigas de participação restrita, provou ser capaz de absorver demandas populares por inclusão e transformações institucionais profundas.


 

RESUMO:


Contexto: O processo eleitoral operou durante o fim do segundo mandato presidencial de George W. Bush (filho).

As Primárias Democratas de 2008: Operando em um sistema complexo de delegados e urnas, o então candidato Barack Obama superou nas urnas partidárias a favorita interna e veterana Hillary Clinton, conquistando a nomeação democrata e posteriormente a presidência dos EUA.


GRUPOS DE PRESSÃO E ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL: ADVOCACY E LOBBY


Conceito: Atividades legítimas, formais e legais desempenhadas por grupos de interesse privados ou civis perante o Parlamento e órgãos do Poder Executivo.

Objetivo: Munir os formuladores de leis com dados técnicos, relatórios de impacto econômico ou social para influenciar democraticamente a elaboração, votação e a implementação de políticas públicas.


 



📘 QUESTIONÁRIO DE CIÊNCIA POLÍTICA E TEORIA DO ESTADO – EIXO 3


Instruções: Cada questão apresenta 5 alternativas. Escolha a correta. A resposta e a justificativa vêm logo abaixo.


1. O marxismo critica o liberalismo clássico ao afirmar que:


A) O livre mercado promove igualdade social.

B) A propriedade privada gera desigualdade e exploração.

C) O Estado mínimo garante justiça social.

D) O protecionismo mercantilista é eficiente.

E) O federalismo descentralizado é a solução.

Resposta: B Justificativa: Marx via a propriedade privada como fonte de desigualdade e exploração da classe trabalhadora.


2. A teoria da mais-valia de Marx sustenta que:


A) O lucro é resultado da inovação tecnológica.

B) O trabalhador recebe integralmente o valor que produz.

C) O capitalista apropria-se da diferença entre valor produzido e salário pago.

D) O Estado deve controlar tarifas alfandegárias.

E) O comércio internacional elimina desigualdades.

Resposta: C Justificativa: A mais-valia é a diferença entre o valor produzido pelo trabalhador e o salário pago, apropriada pelo capitalista.


3. O socialismo, em oposição ao liberalismo, defende:


A) Supressão da propriedade privada dos meios de produção.

B) Livre concorrência irrestrita.

C) Estado mínimo.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: A Justificativa: O socialismo busca abolir a propriedade privada dos meios de produção, defendendo coletivização e igualdade social.


4. O comunismo, segundo Marx e Engels, representa:


A) A fase inicial do capitalismo.

B) A etapa final da luta de classes, com abolição da propriedade privada.

C) O retorno ao mercantilismo.

D) A supremacia da burguesia.

E) A manutenção do Estado mínimo.

Resposta: B Justificativa: O comunismo seria a etapa final da história, sem classes sociais e sem propriedade privada.



 

5. O keynesianismo surgiu como resposta:


A) À Revolução Industrial.

B) À Grande Depressão de 1929.

C) Ao mercantilismo europeu.

D) À Revolução Francesa.

E) Ao absolutismo monárquico.

Resposta: B Justificativa: Keynes propôs intervenção estatal para estimular demanda e combater desemprego após a crise de 1929.


6. O welfare state caracteriza-se por:


A) Estado mínimo e livre mercado.

B) Intervenção estatal para garantir direitos sociais.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: O welfare state busca garantir saúde, educação e previdência, ampliando proteção social.


7. O neoliberalismo surgiu como reação:


A) Ao mercantilismo.

B) Ao keynesianismo e ao excesso de intervenção estatal.

C) Ao absolutismo monárquico.

D) À Revolução Francesa.

E) Ao federalismo descentralizado.

Resposta: B Justificativa: O neoliberalismo buscou reduzir o papel do Estado, retomando princípios liberais de livre mercado e privatizações.


8. Entre as medidas neoliberais estão:


A) Expansão do welfare state.

B) Privatizações e abertura de mercados.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Instituição do poder moderador.

E) Centralização do Estado na economia.

Resposta: B Justificativa: O neoliberalismo defende privatizações, abertura comercial e redução da intervenção estatal.


9. A crise do petróleo de 1973 demonstrou:


A) A estabilidade absoluta do liberalismo clássico.

B) A vulnerabilidade das economias dependentes de energia externa.

C) A eficiência do protecionismo mercantilista.

D) A irrelevância da política econômica.

E) O fim do capitalismo.

Resposta: B Justificativa: A crise mostrou a dependência das economias ocidentais do petróleo e a necessidade de políticas energéticas.


10. O Consenso de Washington (1989) defendia:


A) Expansão do welfare state.

B) Reformas neoliberais em países em desenvolvimento.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Instituição do poder moderador.

E) Federalismo descentralizado.

Resposta: B Justificativa: O Consenso de Washington recomendava privatizações, abertura comercial e disciplina fiscal para países em crise.


11. O socialismo utópico, anterior a Marx, defendia:


A) Comunidades cooperativas e igualitárias.

B) Livre concorrência irrestrita.

C) Estado mínimo.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: A Justificativa: Pensadores como Fourier e Owen defendiam comunidades cooperativas como alternativa ao capitalismo.



 

12. O marxismo científico diferencia-se do socialismo utópico porque:


A) Baseia-se em análise histórica e materialista.

B) Defende apenas reformas sociais.

C) Rejeita a luta de classes.

D) Apoia o poder moderador.

E) Sustenta o Estado mínimo.

Resposta: A Justificativa: Marx e Engels fundamentaram o socialismo em análise científica da história e da luta de classes.


13. A teoria da dependência sustenta que:


A) O livre comércio gera desenvolvimento igualitário.

B) Países periféricos são explorados pelos centrais.

C) O protecionismo mercantilista é solução universal.

D) O federalismo descentralizado elimina desigualdades.

E) O poder moderador garante equilíbrio econômico.

Resposta: B Justificativa: A teoria da dependência afirma que países periféricos são subordinados economicamente aos centrais.


14. O desenvolvimentismo no Brasil defendia:


A) Estado mínimo e livre mercado.

B) Intervenção estatal para industrialização.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: O desenvolvimentismo defendia forte intervenção estatal para promover industrialização e crescimento.


15. O Plano Real (1986) teve como objetivo:


A) Instituir o poder moderador.

B) Combater a hiperinflação.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Expansão do welfare state.

Resposta: B Justificativa: O Plano Real estabilizou a economia brasileira ao controlar a hiperinflação.


16. O socialismo democrático busca:


A) Supressão imediata da propriedade privada.

B) Conciliação entre democracia e justiça social.

C) Estado mínimo.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: O socialismo democrático defende reformas sociais dentro de regimes democráticos.


17. O neoliberalismo foi criticado por:


A) Ampliar desigualdades sociais.

B) Expandir o welfare state.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Instituição do poder moderador.

E) Federalismo descentralizado.

Resposta: A Justificativa: O neoliberalismo é criticado por aumentar desigualdades ao reduzir proteção social.


18. O marxismo prevê que o Estado:


A) É instrumento de dominação da classe dominante.

B) É neutro e garante justiça social.

C) É mínimo e garante apenas defesa.

D) É moderador entre poderes.

E) É federalista descentralizado.

Resposta: A Justificativa: Para Marx, o Estado é instrumento da burguesia para manter exploração.

 



 

19. O socialismo real, como na URSS, foi caracterizado por:


A) Supressão da propriedade privada dos meios de produção.

B) Livre concorrência irrestrita.

C) Estado mínimo.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: A Justificativa: O socialismo real aboliu a propriedade privada dos meios de produção, instaurando economia planificada.


20. A crise financeira de 2008 demonstrou:


A) A estabilidade absoluta do neoliberalismo.

B) A vulnerabilidade dos mercados desregulados.

C) A eficiência do protecionismo mercantilista.

D) O fim do capitalismo.

E) A irrelevância da política econômica.

Resposta: B Justificativa: A crise mostrou que mercados desregulados podem gerar bolhas especulativas e colapsos sistêmicos, exigindo intervenção estatal e regulação.


21. O conceito de “capital fictício” em Marx refere-se a:


A) Produção industrial real.

B) Ativos financeiros desvinculados da produção material

C) Propriedade privada dos meios de produção.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: Capital fictício são ativos financeiros (ações, títulos) que não correspondem diretamente à produção material, mas influenciam a acumulação.


22. A teoria da acumulação primitiva em Marx explica:


A) O surgimento do capitalismo a partir da expropriação de terras e trabalhadores.

B) A expansão do welfare state.

C) O fortalecimento do poder moderador.

D) O federalismo descentralizado.

E) O fim da propriedade privada.

Resposta: A Justificativa: Marx descreve a acumulação primitiva como processo histórico de expropriação que deu origem ao capitalismo.


23. O socialismo real foi criticado por:


A) Supressão de liberdades políticas.

B) Expansão irrestrita da livre concorrência.

C) Instituição do poder moderador.

D) Federalismo descentralizado.

E) Estado mínimo.

Resposta: A Justificativa: Experiências como a URSS foram criticadas pela falta de democracia e pela centralização autoritária.


24. O conceito de “alienação” em Marx significa:


A) Liberdade plena do trabalhador.

B) Separação entre trabalhador e produto de seu trabalho.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: Alienação é a perda de controle do trabalhador sobre o produto e o processo de trabalho, característica do capitalismo.


25. O socialismo democrático busca:


A) Supressão imediata da propriedade privada.

B) Conciliação entre democracia e justiça social.

C) Estado mínimo.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: O socialismo democrático defende reformas sociais dentro de regimes democráticos, sem ruptura revolucionária.



 

26. O neoliberalismo foi criticado por:


A) Ampliar desigualdades sociais.

B) Expandir o welfare state.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Instituição do poder moderador.

E) Federalismo descentralizado.

Resposta: A Justificativa: O neoliberalismo reduziu proteção social e ampliou desigualdades, especialmente em países periféricos.


27. A teoria da dependência sustenta que:


A) O livre comércio gera desenvolvimento igualitário.

B) Países periféricos são explorados pelos centrais.

C) O protecionismo mercantilista é solução universal.

D) O federalismo descentralizado elimina desigualdades.

E) O poder moderador garante equilíbrio econômico.

Resposta: B Justificativa: A teoria da dependência afirma que países periféricos são subordinados economicamente aos centrais, perpetuando desigualdades globais.


28. O desenvolvimentismo no Brasil defendia:


A) Estado mínimo e livre mercado.

B) Intervenção estatal para industrialização.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: O desenvolvimentismo defendia forte intervenção estatal para promover industrialização e crescimento econômico.


29. O Plano Real (1994) teve como objetivo:


A) Instituir o poder moderador.

B) Combater a hiperinflação.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Expansão do welfare state.

Resposta: B Justificativa: O Plano Real estabilizou a economia brasileira ao controlar a hiperinflação com nova moeda e políticas fiscais.


30. O conceito de “crises cíclicas” no capitalismo significa:


A) Estabilidade permanente dos mercados.

B) Repetição periódica de colapsos econômicos.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: Marx e outros economistas apontaram que o capitalismo gera crises periódicas de superprodução e recessão.


31. O welfare state europeu pós-guerra buscava:


A) Estado mínimo.

B) Garantir direitos sociais básicos.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Federalismo descentralizado.

E) Poder moderador.

Resposta: B Justificativa: O welfare state ampliou saúde, educação e previdência, garantindo proteção social ampla.


32. O Consenso de Washington recomendava:


A) Expansão do welfare state.

B) Reformas neoliberais em países em desenvolvimento.

C) Supressão da propriedade privada.

D) Instituição do poder moderador.

E) Federalismo descentralizado.

Resposta: B Justificativa: O Consenso de Washington defendia privatizações, abertura comercial e disciplina fiscal para países em crise.



 

33. O conceito de “capital financeiro” em Hilferding refere-se a:


A) União entre capital bancário e industrial.

B) Supressão da propriedade privada.

C) Federalismo descentralizado.

D) Poder moderador.

E) Estado mínimo.

Resposta: A Justificativa: Hilferding definiu capital financeiro como fusão entre bancos e indústria, ampliando concentração econômica.


34. O socialismo utópico foi criticado por Marx porque:


A) Não tinha base científica na análise histórica.

B) Defendia revolução imediata.

C) Apoia o poder moderador.

D) Sustenta o Estado mínimo.

E) Federalismo descentralizado.

Resposta: A Justificativa: Marx criticava o socialismo utópico por não se fundamentar em análise científica da luta de classes.


35. A crise da dívida externa latino-americana nos anos 1980 demonstrou:


A) A estabilidade absoluta do neoliberalismo.

B) A vulnerabilidade de economias dependentes de crédito externo.

C) A eficiência do protecionismo mercantilista.

D) O fim do capitalismo.

E) A irrelevância da política econômica.

Resposta: B Justificativa: A crise mostrou que países latino-americanos eram altamente dependentes de crédito externo, levando a ajustes estruturais e políticas neoliberais.




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