Entre 1938 e 1950, o futebol mundial viveu um hiato forçado pela Segunda Guerra Mundial. Nesse período, seleções como Itália, Hungria, Brasil e Uruguai se destacaram em amistosos e torneios regionais, mantendo viva a chama do futebol internacional. Se as Copas de 1942 e 1946 tivessem ocorrido, Itália e Brasil despontavam como favoritos, enquanto a Hungria poderia surpreender.
Contexto histórico
A Copa de 1938, na França, foi vencida pela Itália, que se tornava bicampeã consecutiva.
A guerra impediu a realização das Copas de 1942 e 1946.
Em 1950, no Brasil, o título ficou com o Uruguai, no célebre “Maracanazo”.
Quem poderia vencer em 1942 e 1946
Itália: vinha de dois títulos seguidos e tinha base sólida.
Brasil: com Leônidas da Silva e depois Ademir, era potência ofensiva.
Hungria: já mostrava força e seria protagonista em 1954.
Uruguai: mantinha tradição e jogadores competitivos.
Estatísticas de amistosos intercopas
Entre 1939 e 1949, seleções como Brasil, Argentina, Itália e Inglaterra disputaram amistosos e torneios regionais.
O Brasil, por exemplo, enfrentou Argentina em diversos clássicos da Copa Roca, com equilíbrio de vitórias.
A Inglaterra manteve supremacia contra adversários europeus, mesmo fora das Copas.
Maiores artilheiros até 1949
Leônidas da Silva (Brasil) – 7 gols na Copa de 1938.
Guillermo Stábile (Argentina) – 8 gols em 1930.
Ademir (Brasil) – 9 gols em 1950, já no pós-guerra.
Seleções com mais gols até 1949
Brasil – destaque ofensivo desde 1938.
Itália – campeã em 1934 e 1938, com ataque eficiente.
Uruguai – tradição de gols desde 1930.
Ranking das dez melhores seleções até 1949
Itália
Uruguai
Brasil
Hungria
Argentina
Alemanha
Inglaterra
Tchecoslováquia
Suécia
França
Forma de disputa dos amistosos
Predominavam torneios regionais (Copa Roca, Copa Rio Branco).
Jogos amistosos eram organizados por federações nacionais, sem padronização.
Alguns torneios tinham formato de ida e volta, outros eram partidas únicas.
Vídeos e bibliografia
Vídeos históricos podem ser encontrados em acervos da FIFA e da CBF.
Bibliografia recomendada:
“Almanaque das Copas” de Fabio Penna.
“História das Copas do Mundo” de João Máximo.
Arquivos digitais da FIFA e jornais da época.







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