Já
há bastante tempo que o marxismo se infiltrou, entranhou e agora já
comanda a igreja católica. Essa ocupação teve o auge da
intensificação quando foram criadas a teologia da libertação e a
pastoral da terra lá pelos idos dos anos setenta. A partir daí a
igreja católica passou agir como um organismo político atuante com
agenda marxista, substituindo a grande maioria dos seus bispos
religiosos por agentes políticos de esquerda. Este movimento
culmina com a tomada do comando central pelo seu militante mais
ativo e atuante da américa latina, o marxista Jorge Mario Bergoglio
(entronado como chefe de estado do vaticano). A tomada da igreja
católica foi feita em sincronia com o PT, também surgido neste
período das trevas modernas. Este partido correu por fora na arena
político-eleitoral enquanto os demais militantes ocupavam e
dominavam a igreja católica visando a educação de militantes da
burguesia.
Tendo
sido construídas estas bases, iniciou-se o projeto Gramsciano de
hegemonia cultural, faltavam as escolas e as universidades.
Militantes foram formados e começaram a se infiltrar nas
instituições de ensino para atuarem como supostos professores.
Naqueles idos quando a educação ainda era algo não tão
científico e moderno como os dias atuais, as escolas eram em sua
maioria de freiras e padres. Posteriormente a educação evoluiu
bastante com as novas formas de ensino não dogmáticos e mais
abertos ao debate, onde o construtivismo passou a ser a metodologia
de ensino mais eficaz, mas aí é tema para outro artigo.
Gramsci
sabia que para haver um domínio completo da sociedade com o intuito
de implantar o seu ideal socialista era preciso dominar o cenário
cultural, utilizando pra isso até mesmo os membros da burguesia em
seu favor ao doutriná-los e transformá-los em agentes de
divulgação e difusão do socialismo. Nada mais fértil para esta
tática Gramsciana que as bases de presas fáceis dos alunos da
burguesia das escolas católicas. Os pais sempre ausentes e ocupados
(muitos também que não levam a sério a educação dos seus
filhos) jamais perceberiam que o Gramscismo estava sendo inserido em
doses homeopáticas e dissimuladas nas mentes dos seus filhos. O
Gran Finale da perda dos filhos para o socialismo se daria nas
universidades federais onde estes militantes filhos da burguesia
sairiam formados para ocupar os cargos de Estado e aí sim a
ocupação socialista teria chegado ao ápice.
Como
não existe crime perfeito, o colégio Marista de Natal deixou
escapar uma prova que avalia o grau de socialismo dos seus alunos.
Material extremamente mal feito, de enorme incompetência para o
doutrinador Marxista, pois usou a técnica vulgar de luta de classes
e criminalização das polícias, no que eu chamo de UM ARROTO DE
GRAMSCI. O assunto criou uma enorme celeuma e está no auge do
debate nas redes sociais. Agora muitos pais (os responsáveis) sabem
que os seus filhos estão sendo zumbificados em uma escola de
militantes. O que não me estarrece é que a escola deu uma nota
evasiva sobre o assunto e o diretor foi visitar a polícia militar e
supostamente pedir desculpas. Nenhum gesto de arrependimento,
nenhuma menção a mudança de conteúdo, nenhuma intenção de
punição a quem teria efetuado a prova. Claro que não poderia
haver nada disso, pois trata-se de um projeto de poder e de visão
de mundo.
Manter
filho em escola que divulga e forma militantes marxistas é
financiar o marxismo cultural. É como fumar um cigarrinho de
maconha e dizer que não sustenta o tráfico. Cuidem dos seus filhos
antes de perde-los por completo.






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