Saiba o Que São VLT, BRT e Outros Modais – Geografia

Saiba o Que São VLT, BRT e Outros Modais – Geografia | infoEnem





mobilidade urbana é um dos grandes problemas que o Brasil enfrenta atualmente, conforme estudamos nesta matéria publicada recentemente aqui no Portal infoEnem. Vimos também que uma das principais formas de melhorar esta situação parte da utilização de diferentes modais de transporte, reduzindo a priorização do carro. Mas, além disso, é necessário que haja uma integração entre tais modais, de modo que seja fácil se deslocar para qualquer ponto da cidade. Agora, vamos entender melhor as semelhanças e diferenças entre esses modais e sua importância para o cotidiano urbano.
Dentre os mais conhecidos, encontramos bicicleta, ônibus, trem, metro, carro, os quais não atendem à demanda por transporte, principalmente nas grandes cidades. Além desses, dois outros começaram a ser implantados, principalmente quando as cidades se preparavam para os grandes eventos esportivos que ocorreram nos últimos anos, o veículo leve sobre trilhos (VLT) e o Bus Rapid Transit (BRT).

Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)

O VLT, ou veículo leve sobre trilhos, como o nome sugere, se utiliza de trilhos para seu deslocamento, mas, ao contrário do trem, é movido à energia elétrica. Portanto, além de ajudar na solução dos problemas de mobilidade, gera menos impactos ao meio ambiente quando comparado aos veículos movidos à combustível fóssil. Embora seja muito vantajoso, o VLT exige um elevado custo para sua implantação, o que torna a construção mais difícil e demorada.

Bus Rapid Transit (BRT)

Já o BRT, ou Bus Rapid Transit, é um sistema de ônibus que comportam mais pessoas do que os comuns e circulam em uma via exclusiva, separada das vias de veículos comuns. Observando os dois sistemas, é possível observar que este último é mais barato (enquanto o VLT custa cerca de R$ 60 milhões por quilômetro, o BRT custa mais ou menos a metade) e sua implantação é mais rápida e mais fácil. Contudo, o BRT não opera com energia limpa como o BRT, mas com diesel, ou seja, é poluidor como os ônibus comuns.
A esquerda BRT e a direita VLT.
Como a implantação destes modais, tanto o BRT como o VLT, não pode ocorrer na cidade toda ao mesmo tempo, os projetos devem levar em consideração a integração com os outros modais, como o ônibus e o metrô, por exemplo. Desta forma, é possível facilitar os deslocamentos pela cidade toda.
Todos os modais possuem vantagens e desvantagens. É necessário, portanto, fazer uma análise e um planejamento detalhados antes de decidir qual é a melhor solução para aquela cidade. É preciso pensar no custo, no tempo que a implantação demorará, nos impactos ambientais, na desapropriação das pessoas que moram na região da construção, na demanda por transporte, nos procedimentos de manutenção que serão necessários depois da construção, no impacto visual, na poluição, entre outros fatores que não podem ser esquecidos para que o modal beneficie a cidade quando finalizado.
Depois de entender melhor os desafios da mobilidade no Brasil, sabemos agora como funcionam estas duas modalidades de transporte que estão em crescimento no país. Com o foco em atualidades nos grandes vestibulares, é importante saber comparar, tanto BRT com VLT, quanto com os outros modais que já estão presentes na cidade há mais tempo.
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Posted: 11 Feb 2019 05:32 PM PST
Na postagem a seguir estudaremos um fenômeno presente em qualquer situação que envolve movimento: a resistência do ar. Vamos explicar como este fenômeno ocorre, exemplificando com situações do dia a dia, além de apresentar uma expressão para o seu cálculo.
A força de resistência do ar, ou força de arrasto, está presente em todos os tipos de movimento, seja em maior ou menor intensidade. É caracterizada por ser uma força dissipativa, assim como a força de atrito, sendo exercida pelo meio em que o movimento ocorre (normalmente o ar). Abaixo está ilustrado um esquema simplificado de uma aeronave em voo, representando as forças atuantes em seu movimento:
Neste caso, assim como em veículos ou em qualquer prova que envolva velocidade o arrasto será prejudicial ao movimento, sendo minimizado ao máximo. No entanto existem algumas situações em que a força de arrasto é benéfica, como em saltos de paraquedas, o qual explicaremos adiante.
Antes disso, vamos a definição da força de arrasto. A força de resistência ao movimento é dada pela equação:
FR = k . v2
Onde v é a velocidade do objeto que está em movimento, utilizada em metros por segundo (m/s), e k é a constante de resistência ao movimento, expressa em Ns2/m2, e seus valores serão dependentes do formato do corpo, do meio em que o corpo se movimenta (geralmente é o ar, por isso comumente utilizamos “resistência do ar”) e principalmente da área de seção transversal do corpo, perpendicular ao movimento. Desta forma, percebemos que a orientação do objeto em movimento também é importante, e quando possível, devemos minimizar a área de seção que será perpendicular ao movimento.
Assim como mencionamos acima, a geometria do corpo também é de grande importância para a determinação de sua força de arrasto. Veja a seguir uma tabela contendo coeficientes de arrasto para algumas geometrias comuns:
Podemos observar a diferença no coeficiente de arrasto em função do posicionamento do corpo. Enquanto um cilindro posicionado “de frente” apresenta um coeficiente de arrasto igual a 0,82, o mesmo cilindro posicionado “de lado” apresenta um coeficiente igual a 1,15, devido a uma maior área de seção transversal.
Das formas demonstradas na tabela a que apresenta menor coeficiente de arrasto é o formato de gota. Reparando nos automóveis de alta performance, como carros esportivos e até mesmo os veículos de fórmula 1, as geometrias tendem para este formato, apresentando a menor resistência possível. É claro que os veículos não possuem exatamente este formato, por questões estéticas e também por outras questões relacionadas a aderência e estabilidade, mas se aproximam de um formato que permita uma menor resistência do meio.
Outro fato que devemos atentar é que a força de arrasto aumenta com o quadrado da velocidade, ou seja, se dobrarmos a velocidade, o arrasto aumentará em quatro vezes! Você pode perceber a presença da força de arrasto ao colocar a mão na janela de um veículo em movimento, e perceberá também que a medida que a velocidade aumenta, a força exercida sobre sua mão será maior!
Mas a força de arrasto nem sempre é prejudicial. Como falamos acima, é a força de arrasto que permite os saltos de paraquedas, uma vez que quando são abertos ocorre um aumento substancial na área em contato com o ar, equilibrando o paraquedista e fazendo com que o mesmo aterrisse em segurança!
Assim, podemos calcular os valores da força de arrasto em função da geometria que possuímos, assim como a nossa necessidade, seja ela de performance (minimizando o arrasto) ou de resistência (aumentando a resistência ao movimento)!
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