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Os Estados Unidos (EUA), desde o período anterior à independência,
possuíam divergências entre as regiões norte e sul. Enquanto o norte se
destacava pelo comércio, indústria e defendia a abolição da escravidão,
o sul se sobressaía na agricultura e defendia a continuidade da
escravidão e a aristocracia. Desse modo, se iniciou um conflito entre as
duas regiões, que ficou conhecido como Guerra de Secessão, ou seja, guerra de separação, ou Guerra Civil Americana.
Em 1861, Abraham Lincoln, um grande defensor da
abolição da escravidão, venceu as eleições no país. Líderes de onze
estados do sul, defensores da prática e, sentindo-se ameaçados, se auto
declararam independentes, constituindo os Estados Confederados da América.
No mesmo ano, esses onze estados atacaram um posto militar dos
pertencente ao norte, episódio que marcou de fato o início da guerra.
Os nortistas contavam com um potencial bélico e uma população muito
maiores que o sul, o que facilitou sua vitória nas batalhas, além do
apoio de Abraham Lincoln, que aprovava medidas que os beneficiava, como o
Homestead Act, aprovado em 1862, que estabelecia que a
conquista de terras no Oeste poderia continuar, porém os proprietários
poderiam ter somente pequenas ou médias propriedades.

Ainda em 1862, Lincoln decretou o fim da escravidão nos EUA e, em
1865, após a morte de cerca de 970 mil pessoas, os estados do sul
assinaram a rendição. Embora a escravidão tenha sido abolida, o país não
adotou medidas que facilitassem sua integração social, de forma que os
ex-escravos ficaram isolados na sociedade.
O país, que já possuía influência sobre diversas regiões, foi
conquistando cada vez mais poder. Com o fim da guerra, as indústrias se
desenvolveram, gerando um grande crescimento econômico e tecnológico. A
soma de todos esses fatores resultou no destaque dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial, assunto para um próximo artigo.
Até lá!
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