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Membros da Associação Docentes Pela Liberdade escreveram neste sábado (17) uma Carta Aberta em apoio à vida e à liberdade de expressão, contrapondo ameaças de morte sofridas por seus diretores nestas últimas três semanas.
Conforme o Conexão Política informou anteriormente, o presidente da associação conservadora ‘Docentes Pela Liberdade’, Marcelo Hermes-Lima, foi ameaçado de morte por um militante petista em mensagens no Twitter. O militante, que se apresenta na rede social com o nome “Antonio Barbosa”, também ameaçou outros membros da diretoria da associação.
A Associação Docentes Pela Liberdade (DPL) reúne professores de todo o país em torno de pautas conservadoras, em defesa da liberdade de pensamento, especialmente dentro das universidades.
As ameaças publicadas em várias mensagens na rede social contêm promessas de ataques físicos de atentados de extermínio ou homicídios pelo simples fato do militante discordar da opinião política e científica desses professores membros do DPL.
Os diretores do DPL registraram uma ocorrência policial na Polícia Civil do Distrito Federal na quinta-feira (15) e também fizeram uma denúncia no MPF (Ministério Público Federal) e no MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios). A queixa será encaminhada pela Polícia Civil do DF para o Departamento de Crimes Cibernéticos, que iniciará uma investigação.
Confira, a seguir, a íntegra da Carta Aberta escrita por membros do DPL:
Carta aberta em apoio à Vida e à Liberdade
Recentemente ganharam destaque na mídia as ameaças de morte contra os Diretores da Associação Docentes pela Liberdade (DPL), sendo mencionados explicitamente os nomes do Professor Marcelo Hermes (Presidente), Professor Ebnézer Maurílio Nogueira da Silva (Vice-presidente), Professor Laércio Fidelis Dias (Diretor Secretário Geral) e Professor Peterson Dayan (Diretor de Finanças). Tais ameaças, gravíssimas, foram feitas por um perfil declaradamente de esquerda do Twitter, com codinome “Antonio Barbosa”, o qual alega ser parte de um movimento chamado “professoras e professores antifascistas”, que enaltece figuras como Che Guevara, Lula e Boulos.
Com efeito, não foram apenas ameaças de morte, mas também a convocação para que outros “ANTIFAS” se unam ao plano criminoso homicida: “aqui em Brasília tem um grupo de professores bolsominions que precisa ser destruído (…) começando pelo presidente Marcelo Hermes e diretor financeiro Peterson Dayan (…). Esses dois precisam ser aniquilados. Sei onde eles moram, vamos planejar”. Tal postagem, datada de 12 de outubro de 2020, expressa o intento do referido perfil.
Lamentavelmente, essas ameaças não são nem recentes, nem incomuns. Desde dentro de nossas instituições de ensino têm surgido, por anos, ameaças, assédio, perseguições, etc, a todo Professor que não esteja alinhado com a ideologia esquerdista, dita progressista, a qual vige nos ambientes que deveriam estar voltados para a excelência educacional e para o pluralismo de ideias.
Nesse sentido, o DPL é, hoje, não apenas o maior grupo conservador da América Latina, mas também a maior associação brasileira a agregar Professores das mais diversas áreas, que possui um trabalho acadêmico científico e cultural para recuperar a qualidade da educação no Brasil, com a efetivação da liberdade acadêmica e, consequentemente, da diversidade de ideias e de sua inclusão no debate científico.
Não obstante, na mesma medida em que o DPL avança na busca pela liberdade, avançam também as ameaças, as quais vão desde as tentativas de assassinatos de reputações até as ameaças de assassinatos de Professores.
Assim, como defensores da liberdade, da diversidade de ideias, bem como da moralidade e do império da lei, subscrevemos, em apoio à vida e à liberdade, a presente nota de repúdio às ameaças feitas aos membros do DPL e, consequentemente, a todo professor considerado “conservador”, uma vez que essas ameaças não se restringem a eles: o que tais autoproclamados “ANTIFAS” pretendem eliminar é a liberdade, bem como todos aqueles que a defendem.






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